Ah, como eu tento
Encontrar a saída
Do labirinto em que me encontro.
Vou por corredores escuros
Tentando achar a luz.
Com minhas pernas cansadas
E minhas mãos machucadas.
Não posso desistir.
Enquanto eu puder aguentar,
Essa é minha meta
A liberdade
Ver o sol novamente.
A claridade intensa
Talvez fira meus olhos
Mas nada é pior que a escuridão.
O medo, a dúvida...
Estarei um pouco ofuscado
Com o brilho radiante,
Porém não sentirei saudade
do escuro e úmido labirinto.
A prisão da alma.
O lugar onde não quero mais estar.
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