A felicidade está tão distante.
A anos-luz de mim.
Mas mesmo assim eu tento alcançá-la.
Com a ponta dos dedos, bem esticados.
Mas em vão.
Não sei quem a separou de mim.
Qual foi a rua na qual nos despedimos.
Eu não sei.
Meus dias desmancham como cinzas.
Que espalho pelos lugares onde vou.
Já não consigo sorrir.
A vida que era minha amiga,
Tornou-se parceira indiferente,
Nem fria , nem quente.
Tomo então um gole deste café morno,
E a medida que o dia avança
Me pergunto se um dia
Hei de encontrá-la
A tal felicidade dos filmes
Talvez o mocinho e o bandido
Sejam a mesma pessoa,
Procurando a mesma coisa.
Meu eu na história.
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