Das profundezas da terra
Ela emergiu à superfície.
Frágil e indefesa.
Era semente, virou um brotinho.
Lentamente do caulezinho verde
Surgiu uma folhinha, e outra e outra.
O caule foi crescendo.
De plantinha tornou-se pequena árvore.
Enfrentou tempestades, rajadas de vento,
Sol escaldante.
Pela adversidade ficou mais forte.
Ficou grande e frondosa.
Sombra para os dias quentes,
Abrigo para os pássaros.
Assim somos nós a medida que vamos crescendo.
A adversidade nos torna mais fortes.
Podemos ser sombras amenas para nossos irmãos,
Servindo-lhes de abrigo.
Somos árvores pois também damos frutos,
Através de nosso trabalho.
E que frutos saborosos quando
Alimentamos os outros com nosso esforço.
Somos árvores e devemos espalhar nossos galhos
E sementes sobre todos os nossos semelhantes
Dessa forma distribuir amor e
Povoar a terra com graça e beleza.
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