quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Espiral ascendente
É quase 1:00 e não me sinto cansado.
Nem tampouco só, ou triste.
Sinto que estou no meu lugar
Em uma espiral ascendente
Subindo, subindo
Ora avançando rápido, ora mais lento
Observando alguns detalhes do caminho
Subo degrau por degrau
A tranquilidade agora é minha amiga
E sempre vamos juntos a todo lugar
Vejo coisas lindas em tudo
Porque meus olhos são bonitos
E têm bordas azuis
Também porque através deles
Vejo as pessoas e coisas que amo.
E desta forma as preservo minhas.
Porque amando-as mesmo à distância
Estarão sempre comigo.
Nem tampouco só, ou triste.
Sinto que estou no meu lugar
Em uma espiral ascendente
Subindo, subindo
Ora avançando rápido, ora mais lento
Observando alguns detalhes do caminho
Subo degrau por degrau
A tranquilidade agora é minha amiga
E sempre vamos juntos a todo lugar
Vejo coisas lindas em tudo
Porque meus olhos são bonitos
E têm bordas azuis
Também porque através deles
Vejo as pessoas e coisas que amo.
E desta forma as preservo minhas.
Porque amando-as mesmo à distância
Estarão sempre comigo.
Somos árvores
Das profundezas da terra
Ela emergiu à superfície.
Frágil e indefesa.
Era semente, virou um brotinho.
Lentamente do caulezinho verde
Surgiu uma folhinha, e outra e outra.
O caule foi crescendo.
De plantinha tornou-se pequena árvore.
Enfrentou tempestades, rajadas de vento,
Sol escaldante.
Pela adversidade ficou mais forte.
Ficou grande e frondosa.
Sombra para os dias quentes,
Abrigo para os pássaros.
Assim somos nós a medida que vamos crescendo.
A adversidade nos torna mais fortes.
Podemos ser sombras amenas para nossos irmãos,
Servindo-lhes de abrigo.
Somos árvores pois também damos frutos,
Através de nosso trabalho.
E que frutos saborosos quando
Alimentamos os outros com nosso esforço.
Somos árvores e devemos espalhar nossos galhos
E sementes sobre todos os nossos semelhantes
Dessa forma distribuir amor e
Povoar a terra com graça e beleza.
Ela emergiu à superfície.
Frágil e indefesa.
Era semente, virou um brotinho.
Lentamente do caulezinho verde
Surgiu uma folhinha, e outra e outra.
O caule foi crescendo.
De plantinha tornou-se pequena árvore.
Enfrentou tempestades, rajadas de vento,
Sol escaldante.
Pela adversidade ficou mais forte.
Ficou grande e frondosa.
Sombra para os dias quentes,
Abrigo para os pássaros.
Assim somos nós a medida que vamos crescendo.
A adversidade nos torna mais fortes.
Podemos ser sombras amenas para nossos irmãos,
Servindo-lhes de abrigo.
Somos árvores pois também damos frutos,
Através de nosso trabalho.
E que frutos saborosos quando
Alimentamos os outros com nosso esforço.
Somos árvores e devemos espalhar nossos galhos
E sementes sobre todos os nossos semelhantes
Dessa forma distribuir amor e
Povoar a terra com graça e beleza.
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Esperando o recreio
Os relógios podem parar,
Mas o Tempo...
Nuvens podem esconder o sol,
E a noite pode ser escura,
Mas nada retarda o amanhecer
Não me preocupo se a lição está entediante
Logo vem a hora do recreio
E vou comer meu lanche.
A vida pode ser dura,
E os males parecem sem fim.
Mas de repente eu olho para o lado
E vejo pessoas passando
Por situações piores que as minhas.
Tenho vergonha de reclamar,
Pois tantos vivem com tão pouco.
Por isso eu não reclamo.
Agradeço pela minha mochila pesada.
E pelo lanche.
Sei que um dia a dor vai acabar,
Não só a minha , mas a de todos.
Todos vamos passar de ano.
E nesse dia feliz, não vamos ter que esperar
A hora passar.
Não precisaremos mais de relógios.
Mas o Tempo...
Nuvens podem esconder o sol,
E a noite pode ser escura,
Mas nada retarda o amanhecer
Não me preocupo se a lição está entediante
Logo vem a hora do recreio
E vou comer meu lanche.
A vida pode ser dura,
E os males parecem sem fim.
Mas de repente eu olho para o lado
E vejo pessoas passando
Por situações piores que as minhas.
Tenho vergonha de reclamar,
Pois tantos vivem com tão pouco.
Por isso eu não reclamo.
Agradeço pela minha mochila pesada.
E pelo lanche.
Sei que um dia a dor vai acabar,
Não só a minha , mas a de todos.
Todos vamos passar de ano.
E nesse dia feliz, não vamos ter que esperar
A hora passar.
Não precisaremos mais de relógios.
Tímido
E eu me escondi
Nessa redoma transparente
Chamada timidez.
E ocultar dos outros
Quão precioso eu sou
Quanta beleza e alegria
Escondo em meu interior.
Por baixo dessa casca espessa e invisível
Há uma jóia
Difícil de encontrar.
Mas só você tem a chave
Pra fazer brotar as palavras
Pra me libertar
E fazer aparecer a minha essência.
Sou tão diferente perto de você.
A alegria transborda pelos poros.
Mas quando você vai embora,
Eu fico triste.
Volto a ser aquela pessoa dura,
Sem sorriso , sem ternura.
Duro em minha redoma.
Mesmo no meio de tanta gente.
Tão só entre a multidão.
Nessa redoma transparente
Chamada timidez.
E ocultar dos outros
Quão precioso eu sou
Quanta beleza e alegria
Escondo em meu interior.
Por baixo dessa casca espessa e invisível
Há uma jóia
Difícil de encontrar.
Mas só você tem a chave
Pra fazer brotar as palavras
Pra me libertar
E fazer aparecer a minha essência.
Sou tão diferente perto de você.
A alegria transborda pelos poros.
Mas quando você vai embora,
Eu fico triste.
Volto a ser aquela pessoa dura,
Sem sorriso , sem ternura.
Duro em minha redoma.
Mesmo no meio de tanta gente.
Tão só entre a multidão.
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Soldado
Sempre fui um bom soldado.
Sempre lutei o bom combate.
Mas não entendo nada de estratégia.
Sou do tipo que não discute,
Ordens são ordens.
Mas as vezes me pego olhando
Para o lado de fora.
A idéia de algo maior me instiga.
Não que eu queira desertar
E apesar de toda essa guerra
Eu possa parecer egoísta
Eu queria por um dia
Deixar meu fardo de lado
E a farda...
E ver a felicidade que se pode encontrar
Além das fronteiras, fora do meu alcance.
Ah, eu queria
Saber que estranha magia reina por lá...
Naquele país que eu não posso chegar.
Um sopro refrescante de vida,
Para alguém que desistiu de sonhar.
Sempre lutei o bom combate.
Mas não entendo nada de estratégia.
Sou do tipo que não discute,
Ordens são ordens.
Mas as vezes me pego olhando
Para o lado de fora.
A idéia de algo maior me instiga.
Não que eu queira desertar
E apesar de toda essa guerra
Eu possa parecer egoísta
Eu queria por um dia
Deixar meu fardo de lado
E a farda...
E ver a felicidade que se pode encontrar
Além das fronteiras, fora do meu alcance.
Ah, eu queria
Saber que estranha magia reina por lá...
Naquele país que eu não posso chegar.
Um sopro refrescante de vida,
Para alguém que desistiu de sonhar.
Pés no chão
Assim como eu amo o céu,
Eu amo o chão,
Porque ele me sustém
E aguenta meus passos firmes
Ou cambaleantes.
Ele me permite dançar ou correr,
Descansar.
Nele eu posso plantar.
O chão acolhe a semente e a faz germinar.
As minhas escolhas são semeadura,
Que com certeza colherei a seu tempo.
Boas sementes, colheita abundante.
Assim como eu amo o céu e as estrelas,
Eu amo o chão, que comporta todos os caminhos.
Se são caminhos bons ou ruins
Depende do seu mapa.
E onde você quer chegar.
O meu mapa é o meu coração,
E minha bússola são meus sentimentos.
Pouco a pouco alcanço o cume da montanha,
Onde o chão se eleva de maneira sublime.
Alegria mesmo é contemplar a vista do alto,
Mas sem tirar os pés do chão.
Eu amo o chão,
Porque ele me sustém
E aguenta meus passos firmes
Ou cambaleantes.
Ele me permite dançar ou correr,
Descansar.
Nele eu posso plantar.
O chão acolhe a semente e a faz germinar.
As minhas escolhas são semeadura,
Que com certeza colherei a seu tempo.
Boas sementes, colheita abundante.
Assim como eu amo o céu e as estrelas,
Eu amo o chão, que comporta todos os caminhos.
Se são caminhos bons ou ruins
Depende do seu mapa.
E onde você quer chegar.
O meu mapa é o meu coração,
E minha bússola são meus sentimentos.
Pouco a pouco alcanço o cume da montanha,
Onde o chão se eleva de maneira sublime.
Alegria mesmo é contemplar a vista do alto,
Mas sem tirar os pés do chão.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Mar Interior...
Quero mergulhar,
Nas águas salgadas
E profundas do meu ser.
A imensidão azul,
Que sou eu.
Descobrir nas profundezas
Estrelas-do-mar e cavalos-marinhos,
Recifes e corais.
Visualizar todo o colorido,
Que talvez os outros
Não vejam no primeiro momento,
Por estar escondido.
Eu posso trazer isso à tona.
E demonstrar como eu posso ser:
Sério, porém gentil.
Resistente, porém maleável.
É só saber me levar.
Posso mostrar o que há de melhor em mim.
Compartilhar meus pensamentos mais alegres.
Basta que num dia qualquer,você segure a minha mão
E queira nadar comigo.
Nas águas salgadas
E profundas do meu ser.
A imensidão azul,
Que sou eu.
Descobrir nas profundezas
Estrelas-do-mar e cavalos-marinhos,
Recifes e corais.
Visualizar todo o colorido,
Que talvez os outros
Não vejam no primeiro momento,
Por estar escondido.
Eu posso trazer isso à tona.
E demonstrar como eu posso ser:
Sério, porém gentil.
Resistente, porém maleável.
É só saber me levar.
Posso mostrar o que há de melhor em mim.
Compartilhar meus pensamentos mais alegres.
Basta que num dia qualquer,você segure a minha mão
E queira nadar comigo.
Com o vento...
Não me segure
Deixe-me ir com o vento
Desalinhando meus cabelos.
O sabor da liberdade
Deixe-me voar pelos ares.
Como se eu não tivesse dono.
E não tenho.
Vou rápido como uma flecha,
Leve como a pluma.
Acima , acima.
Mais alto que a nuvem mais alta.
Não me segure, por favor,
Estou sendo educado.
Porque nada vai me impedir
De ser livre como o vento,
De ser quem eu sou.
A felicidade está do lado de fora
E minhas asas estão prontas,
Para seguirem adiante.
Para irem além
Dos muros que ainda me prendem
Que me fazem cativo de mim mesmo.
Deixe-me ir com o vento
Desalinhando meus cabelos.
O sabor da liberdade
Deixe-me voar pelos ares.
Como se eu não tivesse dono.
E não tenho.
Vou rápido como uma flecha,
Leve como a pluma.
Acima , acima.
Mais alto que a nuvem mais alta.
Não me segure, por favor,
Estou sendo educado.
Porque nada vai me impedir
De ser livre como o vento,
De ser quem eu sou.
A felicidade está do lado de fora
E minhas asas estão prontas,
Para seguirem adiante.
Para irem além
Dos muros que ainda me prendem
Que me fazem cativo de mim mesmo.
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