sábado, 18 de abril de 2015
Voluntário
Que outras memórias eu poderia ter?
Senão da Luz que me acolhia e que me criou?
Que grande bagagem eu poderia ter?
Senão a pequena mochila
E a vontade de ajudar e de aprender?
Num planeta estranho,
Perigoso - me alertavam.
Mas tão belo.
Com o céu mais azul do Universo.
Outros mundos, não conheci nenhum.
Aqui é a minha primeira vez.
A sua também?
Então bem vindo:
Esse é o planeta Terra,
Gaia para os íntimos.
Senão da Luz que me acolhia e que me criou?
Que grande bagagem eu poderia ter?
Senão a pequena mochila
E a vontade de ajudar e de aprender?
Num planeta estranho,
Perigoso - me alertavam.
Mas tão belo.
Com o céu mais azul do Universo.
Outros mundos, não conheci nenhum.
Aqui é a minha primeira vez.
A sua também?
Então bem vindo:
Esse é o planeta Terra,
Gaia para os íntimos.
O Iluminado
As coisas do cotidiano não me afetam mais tanto, como antes. Um raio de luz refletiu em minha fronte,
e divinamente me iluminou. Foi como quando se recebe uma boa notícia, uma revelação satisfatória.
Do escuro e fosco para o claro e brilhante. Passei do triste para o contente. Fez-me perceber o quanto
o meu interior é mais importante que todo esse burburinho ao meu redor. Eu consegui olhar para dentro, no meio de tanto lixo mental, e vi coisas bonitas e alegres.
Que me importa se as notícias são ruins, se a economia vai mal. O meu bem estar é prioritário. Se lá fora
tem sol ou chuva, ou neve, ou granizo, aqui dentro eu posso estar sempre bem. A cura começa de dentro pra fora e a partir da atitude de desligar-se daquilo que nos faz mal.
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